Faleceu no último dia 11 de setembro em Hawke's Bay, Nova Zelândia, de causas naturais aos 92 anos de idade, o veterano da Batalha da Inglaterra, Squadron Leader John Pattison.
Nascido em Waipawa, Pattison recebeu educação local e trabalhou na fazenda do pai na juventude. Ainda nessa época, juntou-se à Reserva Civil de Pilotos, aprendendo a voar em Tiger Moths. Como muitos dos seus compatriotas, ele voluntariou-se para serviço com a RAF assim que a guerra foi declarada em 1939. Após completar seu treinamento, ele zarpou para a Inglaterra, onde chegou no fim de julho de 1940. Com a crítica falta de pilotos de caça, após apenas alguns dias Pattison foi colocado em treinamento de combate. Ele juntou-se ao 266º Esquadrão em Debden, Essex, voando Spitfires a partir de 26 de agosto de 1940.
Em sua primeira missão, Pattison interceptou uma formação de 40 bombardeiros alemães e suas escoltas. Ele perdeu-se dos seus colegas, ficou sem combustível e fez um pouso forçado num campo, onde foi recebido por fazendeiros furiosos que o confundiram com um alemão. Duas semanas depois Pattison estava com o 92º Esquadrão em Biggin Hill, no auge da batalha. Em 23 de setembro ele foi atacado por um Messerschmitt Me 109 sobre Gravesend e fez outro pouso forçado, ferindo-se seriamente e passando os próximos 8 meses no hospital. Ao recuperar-se, foi feito instrutor. Pattison nem sempre era um bom exemplo para os alunos, sendo um piloto deveras ousado. Certa vez ele "roubou" um Hurricane para ir à uma festa e em outra ocasião foi proibido de voar por passar com seu Spitfire por baixo de uma ponte ferroviária.
Ele retornou à ação em abril de 1942, realizando missões de ataque ao solo sobre a França. Nas operações de preparação para o Dia-D, ele atacou bases de V-1s em Calais. No dia 6 de julho ele derrubou um Me 109, e repetiu a dose contra um Focke-Wulf Fw 190 um mês depois. Em setembro de 1944 ele recebeu o comando do 485º Esquadrão, e liderou a unidade com tenacidade em ataques pela França, Bélgica e Holanda. Em 1945 ele passou para o quartel-general do 84º Grupo.
Após a guerra ele voltou para a Nova Zelândia e trabalhou em sua fazenda até aposentar-se. O destemido Pattison era um membro frequente das reuniões anuais do 485º Esquadrão. Quando perguntado sobre seu tempo como piloto de combate, dizia: "Foram tempos maravilhosos para estar vivo, e com fantásticos camaradas". John Pattison deixa esposa e quatro filhos.
Nascido em Waipawa, Pattison recebeu educação local e trabalhou na fazenda do pai na juventude. Ainda nessa época, juntou-se à Reserva Civil de Pilotos, aprendendo a voar em Tiger Moths. Como muitos dos seus compatriotas, ele voluntariou-se para serviço com a RAF assim que a guerra foi declarada em 1939. Após completar seu treinamento, ele zarpou para a Inglaterra, onde chegou no fim de julho de 1940. Com a crítica falta de pilotos de caça, após apenas alguns dias Pattison foi colocado em treinamento de combate. Ele juntou-se ao 266º Esquadrão em Debden, Essex, voando Spitfires a partir de 26 de agosto de 1940.
Em sua primeira missão, Pattison interceptou uma formação de 40 bombardeiros alemães e suas escoltas. Ele perdeu-se dos seus colegas, ficou sem combustível e fez um pouso forçado num campo, onde foi recebido por fazendeiros furiosos que o confundiram com um alemão. Duas semanas depois Pattison estava com o 92º Esquadrão em Biggin Hill, no auge da batalha. Em 23 de setembro ele foi atacado por um Messerschmitt Me 109 sobre Gravesend e fez outro pouso forçado, ferindo-se seriamente e passando os próximos 8 meses no hospital. Ao recuperar-se, foi feito instrutor. Pattison nem sempre era um bom exemplo para os alunos, sendo um piloto deveras ousado. Certa vez ele "roubou" um Hurricane para ir à uma festa e em outra ocasião foi proibido de voar por passar com seu Spitfire por baixo de uma ponte ferroviária.
Ele retornou à ação em abril de 1942, realizando missões de ataque ao solo sobre a França. Nas operações de preparação para o Dia-D, ele atacou bases de V-1s em Calais. No dia 6 de julho ele derrubou um Me 109, e repetiu a dose contra um Focke-Wulf Fw 190 um mês depois. Em setembro de 1944 ele recebeu o comando do 485º Esquadrão, e liderou a unidade com tenacidade em ataques pela França, Bélgica e Holanda. Em 1945 ele passou para o quartel-general do 84º Grupo.
Após a guerra ele voltou para a Nova Zelândia e trabalhou em sua fazenda até aposentar-se. O destemido Pattison era um membro frequente das reuniões anuais do 485º Esquadrão. Quando perguntado sobre seu tempo como piloto de combate, dizia: "Foram tempos maravilhosos para estar vivo, e com fantásticos camaradas". John Pattison deixa esposa e quatro filhos.
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