(08/09/1921 - 20/07/2008)
Faleceu em Novi Zagreb, Croácia, no último dia 20 de julho, de insuficiência cardíaca aos 86 anos de idade, o último comandante de campo de concentração da Segunda Guerra Mundial, Dinko Sakic.
Nascido em Studenci, na Croácia, Sakic era um jovem oficial no Exército Croata aliado da Alemanha. Em 1944, foi feito comandante do campo de concentração de Jasenovac, às margens do rio Sava. Sakic perpetrou ou autorizou a tortura e assassinato de internos; dezenas de milhares de judeus, ciganos, sérvios e anti-fascistas foram mortos em Jasenovac. Em abril de 1945 os russos capturaram o campo, mas Sakic e outros criminosos croatas (como o ditador Ante Pavelic) conseguiram escapar e acabaram refugiando-se na Argentina.
Sakic viveu pacificamente na Argentina até 1998, quando foi extraditado para a Croácia para enfrentar julgamento. Em 1999, uma corte de Zagreb o condenou à pena máxima de 20 anos de prisão. O juiz Drazen Tripalo disse que a condenação de Sakic foi "um aviso a todos os que cometeram crimes no passado próximo ou distante, de que não escaparão da justiça". Ainda segundo o juiz, a falta de remorso de Sakic foi um fator agravante em sua pena, pois ele manteve-se inabalável perante o depoimento de 30 de seus ex-prisioneiros, que descreveram torturas, fome e assassinatos. Sakic nunca se arrependeu de seus atos e disse que tudo que tinha feito foi pelo bem da Croácia. Ao escutar sua sentença, ele jocosamente aplaudiu.
Dinko Sakic faleceu no hospital da prisão de Remetinec. Sua esposa, Nada, também foi acusada de crimes de guerra num campo adjacente à Jasenovac, mas teve as acusações retiradas por falta de provas.
Nascido em Studenci, na Croácia, Sakic era um jovem oficial no Exército Croata aliado da Alemanha. Em 1944, foi feito comandante do campo de concentração de Jasenovac, às margens do rio Sava. Sakic perpetrou ou autorizou a tortura e assassinato de internos; dezenas de milhares de judeus, ciganos, sérvios e anti-fascistas foram mortos em Jasenovac. Em abril de 1945 os russos capturaram o campo, mas Sakic e outros criminosos croatas (como o ditador Ante Pavelic) conseguiram escapar e acabaram refugiando-se na Argentina.
Sakic viveu pacificamente na Argentina até 1998, quando foi extraditado para a Croácia para enfrentar julgamento. Em 1999, uma corte de Zagreb o condenou à pena máxima de 20 anos de prisão. O juiz Drazen Tripalo disse que a condenação de Sakic foi "um aviso a todos os que cometeram crimes no passado próximo ou distante, de que não escaparão da justiça". Ainda segundo o juiz, a falta de remorso de Sakic foi um fator agravante em sua pena, pois ele manteve-se inabalável perante o depoimento de 30 de seus ex-prisioneiros, que descreveram torturas, fome e assassinatos. Sakic nunca se arrependeu de seus atos e disse que tudo que tinha feito foi pelo bem da Croácia. Ao escutar sua sentença, ele jocosamente aplaudiu.
Dinko Sakic faleceu no hospital da prisão de Remetinec. Sua esposa, Nada, também foi acusada de crimes de guerra num campo adjacente à Jasenovac, mas teve as acusações retiradas por falta de provas.
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Um comentário:
Sakic fugiu pra Argentina graças ao Vaticano.
o regime Ustasha era amplamente apoiado pela igreja....
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