Generalfeldmarschall
(1881 - 1954)
Maximilian Maria Joseph Karl Gabriel Lamoral Reichsfreiherr von Weichs zu Glon nasceu em Dessau, Saxônia, no dia 12 de novembro de 1881. Parte de uma família nobre da região, seu pai era Oberst do Exército Imperial. Weichs iniciou serviço na Cavalaria Bávara em 1901 e foi promovido a Leutnant em 12 de março de 1902. Com eles lutou na Primeira Guerra Mundial. De 1915 a 1918 ele serviu no Estado-Maior do 3º Corpo de Exército Bávaro e ganhou as duas classes da Cruz de Ferro. Após o término do conflito foi escolhido para permanecer no recém-criado Reichswehr, onde ocupou uma série de posições de Estado-Maior e finalmente atuou como instrutor. Chegou a Oberst em 1 de novembro de 1930 e Generalmajor em 1 de abril de 1933.
Em outubro de 1937, já promovido a General der Kavallerie, ele se tornou comandante do 13º Corpo de Exército, que mais tarde serviu na ocupação dos Sudetos em 1939. Como parte do “Fall Weiss”, a ofensiva alemã contra a Polônia, ele foi apontado comandante de seu próprio corpo de exército, o Corpo de Exército “Weichs”.
Após a rendição da Polônia, e em preparação para a invasão da França, Weichs foi nomeado Comandante-em-Chefe do 2º Exército, como parte do Grupo de Exércitos A, de Gerd von Rundstedt, nas Ardenas. Pelo bem-sucedido comando do 2º Exército durante a campanha, ele foi agraciado com a Cruz do Cavaleiro e promovido a Generaloberst em 19 de julho de 1940. Liderando novamente seu exército, Weichs tomou parte na Operação Marita, a invasão da Iugoslávia e Grécia em abril de 1941. Para a Operação Barbarossa, a invasão da URSS, Weichs comandou o 2º Exército como parte do Grupo de Exércitos Centro do Generalfeldmarschall Fedor von Bock. Ele liderou o 2º Exército em 1941 durante as batalhas de Kiev, Smolensk e depois Vyazma e Bryansk.
Em 1942, para o “Fall Blau”, a ofensiva no sul da Rússia com o objetivo de conquistar o Cáucaso, Weichs foi chamado para liderar o recém-formado Grupo de Exércitos B. Ele tinha agora sob seu comando o 2º Exército de Hans von Salmuth, o 4º Exército Panzer de Hermann Hoth e o 6º Exército de Friedrich Paulus. Em adição aos exércitos alemães, o Grupo de Exércitos B tinha também em seu inventário o 2º Exército Húngaro, o 8º Exército Italiano e os 3º e 4º Exércitos Romenos. O 6º Exército foi designado para tomar a cidade de Stalingrado e cobrir aproximadamente 800 km do front.
Weichs alertou o Alto-Comando que suas linhas de suprimento estavam muito esticadas, mas
Hitler ignorou os avisos. Os medos de Weichs se confirmaram quando, em 19 de novembro de 1942, os soviéticos conseguiram esmagar o flanco dos exércitos húngaro, italiano e romenos na curva do rio Don, isolando o 6º Exército de Paulus em Stalingrado. Ao sugerir uma retirada, Weichs caiu em desgraça com Hitler. Conseqüentemente, parte do Grupo de Exércitos B foi tirada de Weichs e incorporada ao Grupo de Exércitos Don comandado por Erich von Manstein. Apesar da catástrofe ocorrida durante seu comando, mas dificilmente por sua culpa, Weichs foi promovido por Hitler a Generalfeldmarschall no dia 1 de fevereiro de 1943. Mais tarde no mesmo mês, o que restava das tropas de Weichs juntou-se ao Grupo de Exércitos Don formando o novo Grupo de Exércitos Sul, cujo qual Manstein manteve o comando. Sendo assim, Weichs foi posto na reserva do Führer.
Como a situação alemã na guerra começava a ficar mais desesperadora, em agosto de 1943 Weichs foi apontado Comandante do Grupo de Exércitos F no Bálcãs, para defender a frágil região contra um possível desembarque Aliado, assim como combater os grupos de partisans locais que vinham ganhando cada vez mais força. Em fins de 1944 ele supervisionou a retirada alemã da Grécia e de grande parte da Iugoslávia.
Com a Alemanha caindo em pedaços, Maximilian von Weichs recebeu as Folhas de Carvalho da Cruz do Cavaleiro em 2 de março de 1945, e aposentou-se no dia 25, sendo feito prisioneiro pelos americanos em 2 de maio. Durante os Julgamentos de Nuremberg, Weichs foi acusado responsável por crimes de guerra cometidos durante seu comando na luta contra os partisans iugoslavos, mas foi removido do banco de réus por razões de saúde, sem ter sido julgado ou sentenciado.
Após longa luta contra uma doença, o Generalfeldmarschall Maximilian von Weichs faleceu na cidade Burg Rösberg, perto de Bonn, em 27 de junho de 1954, aos 72 anos de idade.
Em outubro de 1937, já promovido a General der Kavallerie, ele se tornou comandante do 13º Corpo de Exército, que mais tarde serviu na ocupação dos Sudetos em 1939. Como parte do “Fall Weiss”, a ofensiva alemã contra a Polônia, ele foi apontado comandante de seu próprio corpo de exército, o Corpo de Exército “Weichs”.Após a rendição da Polônia, e em preparação para a invasão da França, Weichs foi nomeado Comandante-em-Chefe do 2º Exército, como parte do Grupo de Exércitos A, de Gerd von Rundstedt, nas Ardenas. Pelo bem-sucedido comando do 2º Exército durante a campanha, ele foi agraciado com a Cruz do Cavaleiro e promovido a Generaloberst em 19 de julho de 1940. Liderando novamente seu exército, Weichs tomou parte na Operação Marita, a invasão da Iugoslávia e Grécia em abril de 1941. Para a Operação Barbarossa, a invasão da URSS, Weichs comandou o 2º Exército como parte do Grupo de Exércitos Centro do Generalfeldmarschall Fedor von Bock. Ele liderou o 2º Exército em 1941 durante as batalhas de Kiev, Smolensk e depois Vyazma e Bryansk.
Em 1942, para o “Fall Blau”, a ofensiva no sul da Rússia com o objetivo de conquistar o Cáucaso, Weichs foi chamado para liderar o recém-formado Grupo de Exércitos B. Ele tinha agora sob seu comando o 2º Exército de Hans von Salmuth, o 4º Exército Panzer de Hermann Hoth e o 6º Exército de Friedrich Paulus. Em adição aos exércitos alemães, o Grupo de Exércitos B tinha também em seu inventário o 2º Exército Húngaro, o 8º Exército Italiano e os 3º e 4º Exércitos Romenos. O 6º Exército foi designado para tomar a cidade de Stalingrado e cobrir aproximadamente 800 km do front.
Weichs alertou o Alto-Comando que suas linhas de suprimento estavam muito esticadas, mas
Hitler ignorou os avisos. Os medos de Weichs se confirmaram quando, em 19 de novembro de 1942, os soviéticos conseguiram esmagar o flanco dos exércitos húngaro, italiano e romenos na curva do rio Don, isolando o 6º Exército de Paulus em Stalingrado. Ao sugerir uma retirada, Weichs caiu em desgraça com Hitler. Conseqüentemente, parte do Grupo de Exércitos B foi tirada de Weichs e incorporada ao Grupo de Exércitos Don comandado por Erich von Manstein. Apesar da catástrofe ocorrida durante seu comando, mas dificilmente por sua culpa, Weichs foi promovido por Hitler a Generalfeldmarschall no dia 1 de fevereiro de 1943. Mais tarde no mesmo mês, o que restava das tropas de Weichs juntou-se ao Grupo de Exércitos Don formando o novo Grupo de Exércitos Sul, cujo qual Manstein manteve o comando. Sendo assim, Weichs foi posto na reserva do Führer.Como a situação alemã na guerra começava a ficar mais desesperadora, em agosto de 1943 Weichs foi apontado Comandante do Grupo de Exércitos F no Bálcãs, para defender a frágil região contra um possível desembarque Aliado, assim como combater os grupos de partisans locais que vinham ganhando cada vez mais força. Em fins de 1944 ele supervisionou a retirada alemã da Grécia e de grande parte da Iugoslávia.
Após longa luta contra uma doença, o Generalfeldmarschall Maximilian von Weichs faleceu na cidade Burg Rösberg, perto de Bonn, em 27 de junho de 1954, aos 72 anos de idade.
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