Generalmajor
(1912 - 1997)
Nascido em 18 de agosto de 1912 na cidade de Neubrandenburg, no nordeste da Alemanha, Otto Ernst Remer juntou-se ao Exército aos 18 anos de idade em 1930. Ele passou por uma constante, mas nada espetacular, ascensão pelas patentes durante os oito anos seguintes, lutando nas campanhas da França, Bálcãs e União Soviética, onde atingiu o posto de Major em 1942. Foi quando ele recebeu o comando de um batalhão meia-lagarta do regimento de granadeiros de elite “Grossdeutschland”.
Na chefia do I Batalhão do Regimento Panzergrenadier Grossdeutschland, ele mostrou considerável energia durante os contra-ataques alemães que recapturaram Kharkov em março de 1943, e seguiu em perseguição ao inimigo em retirada até Belgorod. Por sua participação nessas ações, Remer foi condecorado com a Cruz do Cavaleiro em 18 de maio de 1943. Ele continuou no comando de seu batalhão durante a grande ofensiva blindada em Kursk, e depois em Krivoi Rog. Suas bem-sucedidas ações nessas batalhas o trouxeram as Folhas de Carvalho da Cruz do Cavaleiro em novembro de 1943.
Remer poderia ter sido esquecido pela história como apenas mais um bravo e competente comandante de batalhão. No entanto, em março de 1944 ele foi chamado para tomar o comando de um destacamento de elite da guarda berlinense, a “Wachregiment Berlin”, que era a unidade-satélite da Grossdeutschland, bem como seu “nascedouro” antes da guerra. Em 20 de julho de 1944, quando o Oberst Claus von Stauffenberg explodiu a bomba num atentado à vida de Hitler nos quartéis de Rastenburg, Remer inicialmente recebeu ordens dos conspiradores na capital para prender o Ministro da Propaganda Joseph Goebbels, bem como fazer a segurança dos prédios ministeriais. No entanto, Goebbels permitiu que Remer falasse com o Führer por telefone. Hitler promoveu Remer a Oberst durante a ligação, e o ordenou que esmagasse o motim. Remer agiu imediatamente, e pelo final do dia a maioria dos conspiradores estava morta ou sob custódia.
A recompensa de Remer foi o comando da brigada de elite do Führer no front leste em agosto daquele ano, e a subseqüente promoção a Generalmajor quando a brigada foi elevada à divisão dentro do chamado Panzerkorps Grossdeutschland em 31 de janeiro de 1945. Embora a unidade tenha lutado com distinção nas Ardenas, atingindo St. Vith em 21 de dezembro, as limitações de um oficial promovido além de suas reais capacidades lentamente se tornaram óbvias. Durante todo o período de comando de Remer, as baixas na unidade foram altas, e freqüentemente sua incompetência era responsabilizada.
Remer logrou bastante sorte de não cair em cativeiro soviético, e após a guerra entrou para a política. Suas crenças de extrema direita nunca se modificaram, e ele ajudou a fundar o Sozialistische Reichspartei (SRP), partido neo-nacional-socialista em 1949. Embora o partido tenha conseguido diversas cadeiras no parlamento da Baixa-Saxônia e Bremen, foi subseqüentemente banido em 1952, e Remer foi forçado a viver no exílio por muitos anos no Egito e na Síria. Ele escreveu dois livros, o mais famoso sendo Verschwörung und Verrat um Hitler (“Conspiração e Traição contra Hitler”). Remer também foi um dos entrevistados do documentário britânico The World At War no começo da década de 70, onde disse não ter nenhum arrependimento de suas ações em 20 de julho de 1944.
Após retornar à Alemanha, ele foi sentenciado a uma pena de 22 meses em outubro de 1992, já na casa dos 80 anos, por fazer discursos inflamados que culminavam com a negação do Holocausto. Em fevereiro de 1994, ele foi forçado novamente ao exílio para escapar de processos judiciais referentes às suas atitudes, indo parar na Espanha. A Suprema Corte espanhola rejeitou os apelos do governo alemão para extradição de Remer, dizendo que ele não havia cometido crime algum. Otto Ernst Remer faleceu em Marbella, na Espanha, em 4 de outubro de 1997, aos 85 anos.
Na chefia do I Batalhão do Regimento Panzergrenadier Grossdeutschland, ele mostrou considerável energia durante os contra-ataques alemães que recapturaram Kharkov em março de 1943, e seguiu em perseguição ao inimigo em retirada até Belgorod. Por sua participação nessas ações, Remer foi condecorado com a Cruz do Cavaleiro em 18 de maio de 1943. Ele continuou no comando de seu batalhão durante a grande ofensiva blindada em Kursk, e depois em Krivoi Rog. Suas bem-sucedidas ações nessas batalhas o trouxeram as Folhas de Carvalho da Cruz do Cavaleiro em novembro de 1943.Remer poderia ter sido esquecido pela história como apenas mais um bravo e competente comandante de batalhão. No entanto, em março de 1944 ele foi chamado para tomar o comando de um destacamento de elite da guarda berlinense, a “Wachregiment Berlin”, que era a unidade-satélite da Grossdeutschland, bem como seu “nascedouro” antes da guerra. Em 20 de julho de 1944, quando o Oberst Claus von Stauffenberg explodiu a bomba num atentado à vida de Hitler nos quartéis de Rastenburg, Remer inicialmente recebeu ordens dos conspiradores na capital para prender o Ministro da Propaganda Joseph Goebbels, bem como fazer a segurança dos prédios ministeriais. No entanto, Goebbels permitiu que Remer falasse com o Führer por telefone. Hitler promoveu Remer a Oberst durante a ligação, e o ordenou que esmagasse o motim. Remer agiu imediatamente, e pelo final do dia a maioria dos conspiradores estava morta ou sob custódia.
A recompensa de Remer foi o comando da brigada de elite do Führer no front leste em agosto daquele ano, e a subseqüente promoção a Generalmajor quando a brigada foi elevada à divisão dentro do chamado Panzerkorps Grossdeutschland em 31 de janeiro de 1945. Embora a unidade tenha lutado com distinção nas Ardenas, atingindo St. Vith em 21 de dezembro, as limitações de um oficial promovido além de suas reais capacidades lentamente se tornaram óbvias. Durante todo o período de comando de Remer, as baixas na unidade foram altas, e freqüentemente sua incompetência era responsabilizada.Remer logrou bastante sorte de não cair em cativeiro soviético, e após a guerra entrou para a política. Suas crenças de extrema direita nunca se modificaram, e ele ajudou a fundar o Sozialistische Reichspartei (SRP), partido neo-nacional-socialista em 1949. Embora o partido tenha conseguido diversas cadeiras no parlamento da Baixa-Saxônia e Bremen, foi subseqüentemente banido em 1952, e Remer foi forçado a viver no exílio por muitos anos no Egito e na Síria. Ele escreveu dois livros, o mais famoso sendo Verschwörung und Verrat um Hitler (“Conspiração e Traição contra Hitler”). Remer também foi um dos entrevistados do documentário britânico The World At War no começo da década de 70, onde disse não ter nenhum arrependimento de suas ações em 20 de julho de 1944.
Após retornar à Alemanha, ele foi sentenciado a uma pena de 22 meses em outubro de 1992, já na casa dos 80 anos, por fazer discursos inflamados que culminavam com a negação do Holocausto. Em fevereiro de 1994, ele foi forçado novamente ao exílio para escapar de processos judiciais referentes às suas atitudes, indo parar na Espanha. A Suprema Corte espanhola rejeitou os apelos do governo alemão para extradição de Remer, dizendo que ele não havia cometido crime algum. Otto Ernst Remer faleceu em Marbella, na Espanha, em 4 de outubro de 1997, aos 85 anos. Comente aqui!

13 comentários:
Um HERÓI à toda prova! Fiel ao Führer e à Pátria até o último suspiro! Agora continua a combater(pois HERÓIS não descansam após partirem deste mundo) no Valhalla, junto a legiões de Kameraden Heróis, à direita do Führer!
Generalmajor Otto Ernst Remer, sua HONRA se chamava LEALDADE! E assim prossegue!!!
Aos 13 de maio de 121 A.H. - 2009 da era vulgar
Lembremos sempre;a lealdade é o que define um homem de principios e carater. Sem dúvida que sua disposição ao seu compromisso é invejavel, e sua lealdade inquestionavel. Mesmo no ultimo minuto de sua vida ele jamais negou tais principios a Adolf Hitler e a sua pátria. Parabens Otto, será lembrado por toda a eternidade.
Ele e gay...
vao procurar o q fazer, pra nao esta falando merda, guerra = merda..., vs nao estiveram la, tentem um dia, vao achar interessante...
ex. combatente. Iraque.
Anneliese Remer
The widow of Otto-Ernst Remer, highly decorated German army general, who died in her arms aged 86 in exile on October 4, 1997:
Anneliese Remer
Ap. De Correos 251
E 29600 Marbella (Spain)
The German government stepped in to forbid the funeral ceremony in Germany, in case the traditional soldier's lament (Ich hatt' einen Kameraden) was sung. On November 4, 1997 the German government cancelled pension
um porco subserviente a SS, que teve oportunidade de fazer o glorioso exercito alemão se livrar de vez do Sr. Hitler, milhares de vidas de alemães seriam poupadas se este ser despresivel não tivesse indo contra o plano de Stauffemberg, e posso dizer isso melhor que qualquer um aqui, sou alemão (legitimo) e estava em Berlin com 12 anos de idade no dia 20/jul/44, que podedira ter sido nossa libertação foi a sentença de morte para uma nação.
ler todo o blog, muito bom
Não acredito que o batalhão de Remer pudesse mudar algo. Até porque tomar o Wachregiment Berlin seria uma tarefa quase impossível... mas de qualquer forma poderia desencadear a reação de várias outras unidades leais à conspiração.
O anônimo acima, se alemão como diz ser (o que nada significa, considerando que os alemães de hoje são um povo totalmente judaizado/degenerado, de mentirosos e covardes, com algumas exceções), deveria ter sido enforcado nos últimos dias da guerra, poupando-nos de seus fedorentos comentários. Ele parece ignorar que os aliados já haviam decidido pela rendião incondicional quando ocorreu o atentado de 20 de julho de 1944. Mesmo que o Führer tivesse morrido, os Aliados teriam se recusado a assinar uma paz negociada, conforme disse o próprio suíno-mor Winston Churchill. Tem que ser muito cretino para não ter consciência desse fato insofismável.
Macht1488,
Como tu podes dizer algo assim?
Qual sua idade? Não percebes que a maioria dos alemães nazistas sobreviventes se arrependeram? Sou descendentes de alemães e meus antepassados sempre dizem "em momentos de fome e desespero, sempre acreditamos nos lábios do diábo.".
Para que todo este mal? Para fazer parte de algo que é diferente? Não percebe que você ofendeu um sobrevivente importante da história que deve ter passado por momentos muito difíceis?
Não pense que a guerra deve ser parecida com as favelas do RJ, é muito pior. No RJ, pelo menos já uma ilusão de bondade, já na guerra se te veem, pode-se considerar morto.
Pense em seus atos e dizeres antes que seja tarde para ti, por favor.
DANIEL LOBO VOCE É UM CHUCRUTE PORCO NAZISTA SEU PUXASACO DE HITLHER SE TIRAR UM RAIO X APARECERÁ VOCE COMOS DENTES AGUARRADO NAS BOLAS DELE SEU NEONAZISTA FILHO DE UM PORCO NAZISTA
DANIEL LOBO VOCE DIZ QUE ELE FOI HEROI DE GUERRA ,ELE FOI SIM UM ASSASINO DE GUERRA SEU PORCO NAZI
Tem gente aqui que prefere defender COVARDES,TRAIDORES DE SEU JURAMENTO.Do que defender a coragem e a honra.
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